Bioarquitetura

Construções ecológicas, sustentáveis e bioclimáticas com custo reduzido

          O ramo da Bioarquitetura visa reduzir os impactos ambientais e os custos das construções, adequando estas para serem sustentáveis ao longo da sua utilização, valendo-se dos seguintes princípios:

  • Utilização de matérias-primas naturais, oriundas da mesma região da obra e de baixo custo (tijolo adobe, bambu, palhas e madeira reflorestada, ou proveniente de manejo certificado), assim como de mão-de-obra local (visando incentivar a economia local e minimizar a necessidade de transporte, reduzindo custos e emissões de poluentes);
  • Máxima integração ao ambiente natural;
  • Eficiência no consumo de água e energia (uso de fontes de energia renovável, sistema de captação de água da chuva e reuso da água);
  • Geração mínima de resíduos e seu aproveitamento;
  • Criação de um ambiente interior saudável com conforto termo-acústico;
  • Aproveitar ao máximo o clima local (luminosidade e ventilação naturais).

O bambu, chamado
de "aço vegetal", é uma espécie renovável e abundante no planeta. A sua utilização contribui para a preservação das florestas. Além da durabilidade, atua como isolante térmico e acústico.

Fonte: www.espiralando.com.br

Fonte: www.espiralando.com.br

Os blocos de Adobe proporcionam excelente conforto termo-acústico. São moldados artesanalmente e sua secagem não envolve queima (como os tijolos) e, portanto, sua produção não gera CO2 nem desmatamento.

Teto-grama 

Consiste na aplicação e uso de vegetação (gramíneas e/ou outras plantas de pequeno porte) sobre a cobertura de construções com impermeabilização e drenagem. Requer mão-de-obra especializada e infra-estrutura adequada a fim de se evitar problemas com infiltrações.

Fonte: www.espiralando.com.br

 

  O teto-grama possui vários benefícios, como grande durabilidade e baixa manutenção, proporciona conforto térmico e acústico, além de absorver água da chuva e CO2.

 

 

 

Fonte: www.espiralando.com.br

 

Seguindo os mesmos princípios do
 teto-grama os jardins verticais
(ou paredes verdes) 
garantem conforto térmico e acústico, além de reduzir custos 
com  manutenções na pintura externa das construções.

Fonte: http://ecotecnologia.wordpress.com

 

          Captação de água da chuva 

          Utilizamos em nossas edificações, tanto residenciais quanto comerciais, a mesma água tratada para diversos fins, inclusive nos vasos sanitários. Visando reduzir os custos e o desperdício de água potável, a captação de água da chuva tornou-se uma forte tendência, pois, apesar da sua instalação ainda representar um custo alto (o que vai sendo compensado com a economia posterior nas contas de água que podem ser reduzidas em 50%) ela consome pouca energia, reduz a sobrecarga no sistema de águas pluviais (reduzindo o risco de enchentes durante os temporais) e, reduzindo a demanda por água, acaba também diminuindo o impacto ambiental com a criação de represas e consumo de produtos químicos.

          A água coletada com este sistema não é potável pois entra em contato com impurezas nos telhados e calhas, porém é adequada para ser utilizada nos vasos sanitários, irrigação de plantas, lavagem de carros, calçadas e até mesmo de roupas em alguns casos.

  Sistema de coleta, filtragem e
armazenamento de água de chuva
 
  
A chuva cai nos telhados, é recolhida pelas calhas, passa por um filtro que retêm sujeiras como folhas e fica armazenada na cisterna enterrada. Uma bomba envia a água da cisterna para a caixa d'água elevada. A partir da caixa d'água, a água da chuva é distribuída para o vaso sanitário, a irrigação do jardim, o tanque de lavar roupa e a máquina de lavar.
 

Fonte: www.casa.com.br

 

Residência eco-amigável em centros urbanos

          A foto acima é de uma das primeiras residências remodeladas com certificação LEED nos EUA. Ela foi apresentada no San Francisco Sunset Idea House deste ano e se diferencia das outras casas pelo fato de estar localizada em uma área urbana densa em um terreno bastante compacto. Existem duas unidades e a menor delas, com aproximadamente 112 metros quadrados, está a venda por 1 milhão de dólares.

            Projetada por John Lum, essa casa tem tudo o que pode se esperar de uma "casa verde": piso com certificação FSC, concreto feito com cinzas (fly ash), tintas com baixo teor de VOC (compostos orgânicos voláteis), eletrodomésticos com elevada eficiência energética, teto verde, coleta de água da chuva, pequena turbina eólica e aquecedores solares. A casa foi projetada para gerar energia renovável suficiente para atender sua demanda.

 

 

 
   

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