Idéias Sustentáveis

    

Células Solares Impressas 
Fonte: http://ecotecnologia.wordpress.com e http://www.popsci.com     
 
 
 
          A Nanosolar (Palo Alto, CA), produz células solares através da impressão em rolos de painéis flexíveis. Uma fina camada de um nano-pigmento, capaz de absorver energia solar, é impressa em folhas de metal. Desta forma, os painéis podem ser produzidos custando cerca de um décimo do custo de um painel tradicional e a uma velocidade de centenas de folhas por minuto. 
          É um revestimento maleável que pode ser facilmente distribuído pelo telhado de uma casa e que converte energia solar em energia elétrica. Esta inovação promete resolver o grande problema na utilização da energia solar, que é seu alto custo.
          A Nanosolar não utiliza silício e o processo de fabricação permite a criação de células tão eficientes quanto as células comerciais mais comuns por cerca de 30 centavos de dólar por watt. Uma célula tradicional chega a ser produzida ao custo de 3 dólares por watt.
          Para se ter uma idéia do potencial dessa nova tecnologia, o governo da Califórnia dará incentivos fiscais para que sejam instalados 100.000 tetos solares por ano, pelos próximos dez anos (o estado conta atualmente com 30.000 tetos solares).
          Mais detalhes sobre o produto podem ser vistos no site da revista Popular Science que disponibiliza uma apresentação em slides sobre a fabricação do painel.
http://www.popsci.com

 


Coletores solares infláveis: energia solar com baixo custo
Fonte: http://ecotecnologia.wordpress.com

          A empresa CoolEarthSolar desenvolveu um sistema de coleta de energia solar que utiliza componentes fotovoltaicos tradicionais mas substitui os espelhos rígidos, feitos de alumínio polido, por coletores infláveis feitos com um filme metalizado como elemento concentrador de luz. Segundo a empresa, os balões teriam um custo 400 vezes menor do que os espelhos tradicionais.


Iluminação híbrida com luz solar
Fontes: www.inovacaotecnologica.com.br e http://www.forumdaconstrucao.com.br                   

          Sistema híbrido utiliza luz solar para substituir lâmpadas - Engenheiros norte-americanos apresentaram um sistema híbrido de iluminação que aproveita a luz solar para iluminar diretamente o interior de residências e prédios comerciais, sem necessidade de conversão da luz em eletricidade. Em dias nublados, o equipamento controla automaticamente a intensidade das lâmpadas normais, mantendo sempre o mesmo nível de iluminação no ambiente.

          A técnica de iluminação híbrida solar-elétrica utiliza um coletor de luz solar instalado no telhado, medindo 1,2 metro de diâmetro e um espelho secundário que rastreia a posição do sol ao longo do dia. O coletor concentra a luz solar em 127 fibras ópticas que vão até o interior da construção, onde são conectadas a cilindros difusores de luz, parecidos com lâmpadas fluorescentes. São esses cilindros que espalham a luz em todo o ambiente.

          Um único coletor atualmente consegue abastecer de oito a 10 cilindros difusores, que são capazes de iluminar uma área de quase 100 metros quadrados. Um sensor detecta quando cai o nível de iluminação - o que ocorre quando o sol se esconde por detrás das nuvens ou em dias nublados - e aciona automaticamente a intensidade das lâmpadas fluorescentes normais que completam o sistema híbrido.

          O sistema é mais eficiente do que um simples teto de vidro por vários motivos. O primeiro é que a luz ultravioleta é bloqueada, assim como o calor representado pelos raios infravermelhos. Além do que a luz é distribuída de maneira uniforme e suave. 

          Os pesquisadores estimam que o sistema híbrido solar-elétrico pode representar uma economia de 6.000 kilowatts/hora por ano em iluminação e outros 2.000 kilowatts/hora na redução no uso do ar-condicionado.


 

LED
Fonte: http://planetasustentavel.abril.uol.com.br

          Os LEDS são componentes semicondutores que convertem energia elétrica diretamente em luz luz de alta intensidade. São compactos, altamente eficientes e econômicos, possuem baixo custo de manutenção (vida útil de 50.000 horas), acendimento instantâneo e resistência a variações de temperatura e vibrações.

          Há um problema, contudo: a lâmpada LED ainda custa mais caro, apesar do seu preço vir caindo pela metade a cada dois anos. 
Abaixo temos fotos e links de três empresas que comercializam lâmpadas para iluminação interior feitas de leds. 

   http://www.ledpoint.com.br/   

 

 http://www.tas chibra.com.br/

 

 

 www.utiluz.com.br

 

 


Lanternas sem pilhas

          São lanternas que possuem um dínamo interno carregado por  gatilho ou manivela. Dispensam totalmente o uso de pilhas ou baterias.                                           

         

          Já existem modelos que utilizam leds, ou seja, suas lâmpadas possuem grande durabilidade (cerca de 50.000 horas de uso).

 


Cafeteira Italiana
Fonte: http://mudeomundo.com.br
 
 
          Criada em 1933 pelo italiano Alfonso Bialetti, a cafeteira italiana apresenta diversas vantagens em relação as atuais:
. Como dispensam filtros, sua utilização gera menos resíduos e gastos;
. São feitas quase inteiramente de alumínio, material altamente reciclável;
. Sua técnica utiliza pressão, imitando o funcionamento de uma máquina de espresso, e com isso consegue um café mais encorpado e aromático usando menos pó;
. Vão direto ao fogão, sem consumo de energia elétrica;
. Seu design simples e robusto - ao total são somente 9 componentes - garante a durabilidade e uma cadeia produtiva mais eficiente (menos cabos, menos componentes elétricos, menos botões. E a ausência de vidro é garantia de menos embalagem de proteção durante o transporte);
. Pode durar toda uma vida, considerando a troca esporádica do selo interno de borracha;
. Os diversos diversos tamanhos disponíveis permitem que você escolha o mais adequado às suas necessidades ou estilo de vida;
. É um produto que dificilmente ficará obsoleto (diferentemente de algumas cafeteiras que são verdadeiros “gadgets”), prova disso é que seu design se mantém praticamente intacto desde a concepção em 1933.
 
 


Chuveiro de Névoa: um conceito para economia de água e energia
Fonte: http://ecotecnologia.wordpress.com
 
          O brasileiro João Diego Schimansky, da PUC do Paraná, foi um dos oito finalistas da competição “Design Lab” criada pela Electrolux aberta a todos os estudantes de design do mundo. O tema deste ano foi sustentabilidade aplicada aos utensílios da casa do futuro. O conceito criado por João foi o “Fog Shower” ou Chuveiro de Névoa. O chuveiro do futuro consome apenas dois litros de água durante um banho de cinco minutos. Os chuveiros eficientes utilizados atualmente utilizam cerca de 26 litros d’água durante o mesmo tempo.
          O “banho” é realizado a partir de uma névoa de vapor d’água aquecido. Este conceito economiza, ao mesmo tempo, água e energia necessária para aquecê-la.


Sanitário eficiente
Fontes: http://ecotecnologia.wordpress.com e http://www.popsci.com
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          O uso das descargas, de modo geral, consome grande quantidade de água de ótima qualidade. As mais novas, de caixa acoplada, consomem cerca de 6 a 8 litros por descarga. As mais antigas, com caixa de parede, chegam a consumir até 20 litros em um único uso.

            Já existem dois modelos de sanitários eficientes que reaproveitam a água da pia para a descarga: um mais complexo com sistema de coleta e armazenamento e outro, mais compacto, no qual a pia fica sobre a caixa acoplada da descarga.

          Para quem se interessar em construir ou adaptar uma pia ao seu sanitário, o site Instructables apresenta os 8 passos principais.


 

Compostagem "indoor" simplificada
Fonte: http://ecotecnologia.wordpress.com


          A compostagem é um processo biológico em que os microrganismos transformam a matéria orgânica, como estrume, folhas, papel e restos de comida, num material semelhante ao solo, a que se chama composto, e que pode ser utilizado como adubo.
          É uma técnica geralmente realizada ao ar livre, no fundo do quintal e de preferência escondido para não disseminar os odores desagradáveis. Porém, já há uma alternativa: a composteira “indoor” criada pela empresa america NatureMill.
          Produzida para encaixar perfeitamente sob a pia da cozinha, essa composteira pode processar até 55 Kg de resíduos orgânicos por mês consumindo apenas 10 watts de energia. Segundo a empresa, o aparelho não produz nenhum cheiro desagradável e não atrai moscas.
          O processo de compostagem é realizado em uma câmara interna selada. Um pequeno ventilador é responsável pela introdução de ar à câmara. O aparelho conta ainda com uma barra misturadora e um aquecedor que mantêm o processo funcionando na temperatura correta. Uma luz vermelha indica quando o composto ficou pronto podendo ser retirado - uma vez a cada duas semanas segundo a empresa fabricante.
          A composteira pode receber cerca de 2Kg de resíduos por dia e, diferentemente da compostagem realizada no quintal, pode receber restos de carne, peixe e frango, devido à elevada temperatura do processo e à câmara isolada.
          Preços iniciam em U$299.


Reciclando Água
Fonte: www.casaecondominio.com.br 

          A Mizuno trouxe do Japão uma nova tecnologia no tratamento de esgotos. Trata-se do Sistema Modular de Tratamento de Esgotos. Segundo a empresa, com a utilização do produto é possível obter-se uma redução de até 50% no consumo de água, por meio da reutilização do esgoto, tratado pelo equipamento por um processo biológico..
          O sistema permite o reuso da água , que após o tratamento, retorna com um índice de 95% de pureza , em descargas, limpeza doméstica e industrial e irrigação agrícola, imprópria apenas para consumo humano. A instalação do produto é recomendada a residências, condomínios, empresas/indústrias, hotéis e áreas que não são servidas por redes públicas de saneamento. "Os Sistemas Modulares de Tratamento Local de Esgoto dispensam altos investimentos de implantação e custos com obras de alvenaria.
          Podem ser instalados sobre ou sob o solo em áreas depois passíveis de utilização como jardim ou estacionamento", explica Fabiano Pezzo, gerente geral da Mizumo .
          Em um ano, a empresa já desenvolveu mais de uma centena de projetos. O produto não requer manutenção e sai de fábrica com cinco anos de garantia.
Tel: (014) 3452-5984
http://www.mizumo.com.br


Asfalto ecológico
Fontes: http://www.mundosustentavel.com.br e http://www.grecaasfaltos.com.br


          De acordo com a ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos) são descartados no Brasil mais de 35 milhões de pneus por ano, o que acaba se tornando um grave problema ambiental.
Seguindo uma tendência internacional, o Grupo Greca Asfaltos desenvolveu um asfalto que possui em sua composição borracha moída de pneus usados que possibilita uma pavimentação de ótima qualidade e com resultados diferenciados: boa elasticidade e aderência e maior resistência às variações térmicas e ao desgaste, além da redução na emissão de ruídos. O asfalto ecológico já está sendo utilizado em várias cidades brasileiras.
          Essa é uma excelente alternativa de pavimentação em um país com dimensões continentais como o Brasil, trazendo benefícios econômicos e ambientais.


Tijolo Ecológico
http://www.mundosustentavel.com.br e http://www.tijol-eco.com.br/

 

          Matéria-prima presente em praticamente todas as construções nacionais, independente do seu tamanho ou custo, o tijolo tradicionalmente precisa ser cozido em fornos e esse processo demanda a queima de uma enorme quantidade de lenha (aproximadamente 5 árvores para cada milheiro de tijolos produzidos). Sua produção gera, portanto emissões e desmatamento.

          O tijolo de solo cimento ou tijolo ecológico é um bloco de terra comprimida, moldado para um perfeito encaixe, dispensando massa ou qualquer tipo de acabamento para seu assentamento (usa-se apenas impermeabilizante). É feito a partir do solo da própria fábrica ou resíduos de pedreiras e cimento. Sua utilização reduz drasticamente os custos, o tempo de construção e o desperdício de material. Poderia, inclusive, ganhar também o apelido de tijolo inteligente.


 

O Forno Solar
Por Artur Louback
Fonte: Revista Mundo Estranho 
 

          Ele não usa gás, nem lenha, nem energia elétrica: o calor que cozinha o alimento vem diretamente do sol, cujos raios multiplicam-se ao encontrar as superfícies espelhadas do forno.
          Claro que, apesar de atingir temperaturas surpreendentes, possibilitando assar um bolo em uma hora e meia, o forno solar é totalmente dependente da condição climática e, portanto, não dá para achar que um dia todas as pessoas terão um casa.
Mas, em regiões pobres, principalmente na África, onde o sol é constante e a lenha responde por quase 100% da energia consumida, os fornos solares podem provocar uma verdadeira revolução.
          E o melhor é que cada pessoa pode construir o próprio forno solar, gastando quase nada. O modelo mais simples, tipo painel, é feito com um pedaço de papelão, revestido com algum papel laminado.
          Em 1990, a associação internacional Solar Cookers distribuiu fornos desse tipo a 28 mil famílias no Quênia e, oito anos depois, constatou que cerca de 20% delas ainda usavam os painéis como equipamento principal da "cozinha". Quase 6 mil famílias, que estariam queimando lenha, adotaram a cozinha sustentável.

Três formas de assar:
Consultoria: Celestino Rodrigues Ruivo, membro fundador da Associação Internacional Solar Cookers e professor da Universidade do Algarve (Portugal); João Carlos Rodrigues Coelho, professor de Biologia do Sistema Anglo de Ensino


Biogas Personal Machine - transforme dejetos em combustível
Fonte: http://ecotecnologia.wordpress.com


          Sintex, uma empresa Indiana produtora de materiais plásticos, desenvolveu um biodigestor bastante simples capaz de transformar dejetos em algo bastante útil: energia. O biodigestor pode ser abastecido com qualquer material orgânico. A decomposição desse material gera, entre outros produtos finais, gás metano, que é coletado e armazenado para uso posterior.
          Um digestor de 1 metro cúbico inoculado com esterco de gado, é capaz de converter os resíduos produzidos por uma família de 4 pessoas em gás metano em quantidade suficiente para ser utilizado no cozimento de alimentos além de gerar lodo para ser utilizado como fertilizante.
          O modelo de 1 metro cúbico custa aproximadamente $425 dólares. Segundo alguns estudos, esse valor pode ser recuperado em menos de dois anos pela economia de energia. Até o momento, a empresa instalou apenas 100 desses biodigestores em toda a Índia.


Biodigestores domésticos
Fonte: http://ecotecnologia.wordpress.com 

          O AIDG (Appropriate Infrastructure Development Group), através da educação e do desenvolvimento de negócios, promove o uso de tecnologias sustentáveis que melhoram a qualidade de vida em países em desenvolvimento. O grupo tem identificados diversas tecnologias sustentáveis que podem ser feitas localmente, com “eco-engenherios” locais. Uma das tecnologias que o AIDG está promovendo na Guatemala é o uso de Biodigestores.
          Os biodigestores fazem uso da energia que está naturalmente presente nos resíduos gerados por animais e lixo doméstico. Quando esses produtos se degradam, eles geram metano, um poderos gás que pode ser aproveitado para a geração de energia. Os biodigestores capturam o metano antes que ele se torne um problema e o armazena para posterior aproveitamento, como o uso em aquecimento de ambientes ou como gás de cozinha.
          Desta forma, os biodigestores podem ser um substituto sustentável ao propano, ao querosene e à madeira. Para aquelas famílias que necessitam comprar seu combustível, o digestor pode significar uma economia de centenas de dólares todo ano. Além disso, o biodigestor é também uma fonte de fertilizante orgânico de alta qualidade. Bactérias causadoras de doenças, como a E. Coli, são mortas dentro do digestor.
          A introdução desta tecnologia simples reduz o impacto sobre as florestas naturais, produz fertilizante gratuito de ótima qualidade, reduz mortes de recém-nascidos devido a E. Coli, melhora a saúde e ainda economiza dinheiro.


Diversificação no uso das garrafas PET recicladas
Fontes: http://www.canalciencia.ibict.brhttp://www.textilia.net e machina56.wordpress.com
 
  
           A reciclagem das garrafas PET, além de reduzir os graves problemas gerados com  seu descarte indiscriminado no meio ambiente, também possui forte apelo social, pois sua coleta e reciclagem agrega milhares de trabalhadores organizados em cooperativas ao longo do país, garantindo seu sustento.
          Existem duas linhas de produtos utilizando PETS reciclados como matéria-prima que estão alvoroçando o mercado: móveis e tecidos feitos com fibras de PET.
 
Estruturas de móveis feitas com garrafas PET: 

 

 O processo de confecção das fibras de PET e seu resultado final:

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